Um dia resolvi assistir um filme
chamado Divergente, que estava ganhando fama por ser “no estilo do Jogos
Vorazes”... ok, vamos lá.
Achei até legal a história, mas
muito confusa e com muitas lacunas. Então, minha cunhada me falou que era
adaptação de um livro (lá vai a viciada em livros, que adora comparar a versão
original à adaptação cinematográfica).
Não me encantei de cara, como
aconteceu com Jogos Vorazes, mas, como boa viciada que sou, continuei lendo.
O livro realmente é melhor que o
filme, já que explica muita coisa que fiquei boiando quando assisti.
A base da história é bem feita:
Um período em que as pessoas são “agrupadas” por facções (Abnegação, Franqueza,
Amizade, Erudição e Audácia). As pessoas passam por testes para saber em qual
se encaixam melhor, uma vez que a escolha é definitiva e você quer/precisa
saber se tem perfil para ficar nesta facção pelo resto da vida, não é?
Mas há um grupo de pessoas que
apresenta características de mais de uma facção, que são chamadas Divergentes.
Obviamente isso não é bom para o Governo, já que as pessoas que não agem da
forma esperada não são tão facilmente manipuladas e, por isso, os Divergentes
são perseguidos.
Toda a trama se desenrola a
partir daí.
É uma trilogia fácil (e rápida)
de ler, com uma história boa. O que atrapalhou foi o fato de ter sido lida logo
depois de Jogos Vorazes (que eu achei muito melhor) e é impossível
difícil não comparar.
Tentando deixar as comparações de
lado, a trilogia é bem legal e vale a leitura.

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